sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Após o ranking dos melhores animes e personagens de 2010 eleito pelos leitores da
Newtype, agora é revelado o top 10 das melhores músicas de anime do ano. A pesquisa foi realizada pelo portal
Biglobe entre 16 de novembro e 3 de dezembro, acumulando 10.701 votos. O grande destaque vai para a série
K-ON!!, que conseguiu emplacar quatro músicas na lista.
Mayoi Neko Overrun! também não faz feio e conquista o topo com sua primeira abertura,
Happy New Nyaa.
domingo, 26 de dezembro de 2010
A língua japonesa é o idioma falado no Japão e em outros lugares do mundo onde se encontram comunidades de imigrantes e descendentes de japoneses, ou nikkei. A maior dessas comunidades fora do Japão encontra-se no Brasil, seguida pelas do Peru e dos Estados Unidos.
É uma língua aglutinante e caracteriza-se por um sistema complexo de construções honoríficas, que refletem a natureza hierárquica da sociedade japonesa, com formas verbais e vocabulários particulares que variam de acordo com o status relativo entre interlocutores. O repertório de fonemas da língua japonesa é relativamente pequeno, e tem diferenciação léxica baseada em um sistema de pitch accent, acento tonal.
O nome japonês para a língua é nihongo (em japonês: 日本語?). O kanji 日 designa o sol, e o kanji 本, aqui, significa “origem”. Esta designação para o Japão vem da China, em razão da posição geográfica relativa entre os dois países. É daí que vem a expressão País do Sol Nascente. Os kanjis entraram na sua maioria via Coreia.
A língua japonesa sofreu influência maciça da língua chinesa por um período de, no mínimo, 1.500 anos. Muito de seu vocabulário foi importado da língua chinesa ou criado com base em modelos chineses. Sua gramática é semelhante à da língua coreana e há indícios de que são correlatas.
O idioma japonês forma, juntamente com outros dialetos minoritários do Japão, a família linguística das línguas japônicas ou grupo de línguas japonês-ryukyuan
As línguas japônicas e o coreano (hangul) são classificadas dentro do grupo das línguas altaicas devido a um grande número de analogias. Não se sabe, contudo, se as semelhanças são ocasionadas por origem comum desses idiomas ou por convergência. A gramática da língua japonesa assemelha-se muito à da língua coreana com partículas idênticas como ga e ka. A semelhança de pronúncia também é um indício de possível parentesco longínquo.
Entretanto, deve-se considerar que houve influências da língua coreana no passado devido à grande imigração coreana no período Yayoi e à fuga da família real de Baekche ao Japão quando da invasão do reino por Koguryo. Descobertas recentes apontam que a língua de Koguryo guarda bastantes cognatos com a língua japonesa como a partícula no, os adjetivos terminados em i, os numerais e partícula locativa; por exemplo mil koguryo, midu no antigo japonês.
Juntamente com as influências culturais que recebeu ao longo de sua história, o japonês assimilou inúmeros vocábulos do chinês, do português e, recentemente do inglês.
Como resultado da imigração japonesa no Brasil, o idioma japonês é ainda bastante difundido entre a comunidade de origem nipônica. Atualmente, a maioria dos nipo-brasileiros falam principalmente o português. A primeira geração fala com frequência dialetos japoneses, muitos deles somente o japonês. A segunda geração é geralmente bilíngue em japonês e português. Numa pesquisa, 53% da segunda geração declarou somente ter falado japonês na infância. Hoje, 13,3% fala apenas japonês, 18,1% apenas português e 68,8% ambas as línguas. A terceira geração é mais luso-falante, com 39,3% apenas falando português, 58,9% ambas as línguas e 1,8% apenas japonês.
Os nipo-brasileiros geralmente falam mais frequentemente o japonês quando vivem com um parente nascido no Japão. Aqueles que não vivem com um parente de primeira geração falam mais frequentemente o português.
O japonês falado no Brasil é uma mistura de diversos dialetos influenciados pela língua portuguesa. Com o retorno dos imigrantes brasileiros do Japão, é provável que o número de falantes da língua japonesa no País cresça.

Maior pico do Japão e um dos mais conhecidos do planeta, o Monte Fuji é na realidade um vulcão, cuja última erupção aconteceu há três séculos. Mais exatamente em 16 de dezembro de 1707, quando lançou uma chuva de cinco centímetros de cinzas sobre a então capital do país, Edo.
A formação de 3.776 metros, situada entre as províncias de Yamanashi e Shizuoka, é o principal ícone geológico do Japão, objeto da peregrinação anual de mais de 300 mil alpinistas e turistas que fazem o caminho até o seu cume. Outros milhões o observam a distância, especialmente das janelas dos trens-bala que cortam o país.
Entretanto, a placidez que a montanha transmite traz escondida um perigo. “Todos só vêem sua beleza e só vão acreditar que ela pode explodir quando isso acontecer”, disse o geólogo Masato Koyama, da Universidade de Shizuoka, em notícia publicada na edição de 4 de março da revista Nature.
Em outubro de 2000, cientistas detectaram ondas de leves terremotos a pouco mais de dez quilômetros abaixo da superfície, que continuaram pelos oito meses seguintes. No mês de maior freqüência, abril de 2001, mais de 100 tremores foram registrados, número muito superior aos 15 em média verificados nas duas décadas anteriores.
Apesar de não terem sido sentidos na superfície, os movimentos mostraram que o magma sob o monte continua se movendo. Foi o suficiente para que o governo japonês lançasse um programa de mais de US$ 9 milhões, que envolve vários centros de pesquisa do país para tentar descobrir quando poderá ser a próxima erupção.
Caso o Fuji acorde, as conseqüências podem ser desastrosas. “Em nenhum país do mundo uma capital do tamanho de Tóquio está tão próxima de um grande vulcão”, disse Koyama. A cidade está a apenas 100 quilômetros do monte. Em dias claros, ele é visível a partir dos prédios mais altos da metrópole.
De acordo com o cientista, na melhor das hipóteses as cinzas atrapalhariam o tráfego de automóveis, impediriam aviões de decolar ou pousar e danificariam discos rígidos de computadores. Se a erupção acontecer no verão, a situação pode ganhar contornos dramáticos, pois se trata do período em que cerca de 20 milhões de japoneses todos os anos se dirigem a parques de diversões, campos de golfe e estações termais, localizados próximos ao monte.
Os cientistas envolvidos no projeto descobriram recentemente que a erupção de 1707 não se encaixa nos modelos usuais de vulcanismo. Registros históricos afirmam que o evento foi extremamente violento, mas o Fuji é formado quase que inteiramente por um tipo de rocha vulcânica conhecida como basalto. De acordo com teorias geológicas, vulcões desse tipo não explodem violentamente, pois o basalto jorra livremente e não acumula gás dentro do vulcão.
“A erupção de 1707 parece ser uma exceção que desafia a teoria”, disse Yoshiaki Ida, do Instituto de Tecnologia de Himeji, à Nature. Para complicar ainda mais o estudo, o evento ocorrido há três séculos, que durou duas semanas, teve sua intensidade aumentada com o passar dos dias e não diminuída, como seria de se esperar.
Em maio, os cientistas envolvidos no projeto deverão divulgar os primeiros resultados da pesquisa que pretende explicar as particularidades do Monte Fuji e, mais importante, calcular quando acontecerá a próxima erupção.
O Kendô é uma arte marcial japonesa, criada a partir das técnicas tradicionais de combate com espadas dos samurais do Japão. A espada, chamada de shinai, mede 1,20 m e é feita de bambu para evitar ferimentos, com o passar dos séculos as espadas foram ficando mais elaboradas, sendo apresentadas ao formato funcional e artístico de hoje. Elas apareceram por volta de 940 D.C., com uma lâmina de corte único e levemente curva.
A partir da inspiração em escudeiros japoneses, os mestres em espadas improvisaram, em 1740, protetores de tórax, de crânio e luvas grossas.
Cada luta tem duração de três a cinco minutos. A pontuação é feita conforme a região do corpo do adversário que for atingida pela espada. Para proteger-se o lutador usa o bogu, espécie de armadura, dô, protetor para o peito, o tare, protetor de cintura, men, capacete e kote, luvas.
A utilização da espada para os samurais ganha sentido de disciplina, paciência e concentração.
O praticante do Kendô é chamado de Kenshi ou Kendoka. Não são usadas faixas para mostrar o nível do praticante.
A prática do Kendô não se limita ao manejo da espada de bambu (Shinai), espada de madeira (Botuko) ou espada longa japonesa (Katana), mas a prática e o cultivo do Reigi (etiqueta) e do espírito, já que o sentido da mesma está na educação de um espírito justo e honrado.
Apesar do caráter espiritual que permeia o Kendô, suas características e a forte relação com a cultura japonesa não são perdidas.
A prática e o ensino do Kendô não podem assumir caráter profissional ou comercial, ou seja, não é permitida a cobrança para o ensino do mesmo, exceto a quantia necessária para a manutenção do Dojo (academia).
O Brasil possui uma grande tradição na prática do Kendô devido ao grande número de imigrantes japoneses.
O Kabuki representa a arte popular dos últimos IV séculos, quebrando de vez com o requinte aristocrático de então. Em vez da moral silenciosa do zen, o kabuki foi o inverso de tudo que já se fez em termos de arte no Japão da época. O Kabuki surge junto aos comerciantes que fomentam a transformação dos ideais da sociedade. Como que até aquela época o país estivesse fechada aos anseios da população, dominada sob o estigma dos guerreiros samurais, agora, quando reina a paz e a tranqüilidade embevece o país, o pensamento volta-se para “recuperar” o tempo perdido.
De repente um matraquear quebrando o silêncio: as cortinas nas cores preta, marrom e verde dão descerradas e o cenário surge desplendorosamente rica em cores berrantes com adereços por todo o lado. Está dando início a mais um espetáculo de kabuki, o mais popular teatro tradicional japonês. O que causa maior impacto é o efeito visual levado aos extremos do exagero, onde cada detalhe possui importância vital para compor o clima da época, fantasticamente delineada. Assistir a esse espetáculo só é possível indo ao Japão ou aproveitando as turnês que as companhias kabuki fazem ao redor do mundo.
Para os japoneses, o kabuki é a arte dedicada ao deleite da gente comum, satisfazendo os caprichos contemporâneos, gostos e desejos de uma época. Em todos os aspectos, ele é elegante e vulgar, cômico e trágico, desenvolvendo o tema central da peça através de um ritmo que compõe-se de ka, bu, ki, ou seja, “cantar”, “dançar” e “representar”. O teatro kabuki não deve ser visto como algo muito sério, intelectual ou filosófico, mas como uma representação elaborada de entretenimento popular que não deixa de ter suas raízes artísticas.
Apesar dos 400 anos que o separa de sua remota origem, a continuação do kabuki é decorrente da herança familiar dos atores que estão a dezesseis gerações ininterruptas nessa atividade artística. As peças em sua grande maioria são tiradas dos fatos da gente comum e também da vida aristocrática. Num processo acumulativo, o kabuki veio associando influências em primeiro lugar no teatro Nô e do Kyogen e, posteriormente refugiou-se dentro do enredo do Bunraku (teatro de marionetes). O kabuki passou então a se definir com as próprias características no fim do século XIX, quando ocorreu sua fase de amadurecimento.
Transformando-se em mulher.
No início só as mulheres atuavam dentro do kabuki e vestiam se como homens ao representarem personagens masculinos. O governo proibiu o “Okuni-kabiki”, como era chamado, devido ao escândalo que provocou na época, quando os homens que ia assistir estavam mais preocupados com a beleza das atrizes do que propriamente com o espetáculo. O “okuni” dava ênfase exagerada no sensual e no sensacional, convertendo-se no fator decisivo da imoralidade da sociedade, amante do prazer e das coisas mundanas. Tudo isso era reflexo da era Genroku, séc. XVII. Posteriormente surgiu o “Wakashu-kabiki”, formado unicamente por rapazes, mas acabou se degenerando e finalmente proibido também.
O verdadeiro kabuki como conhecemos hoje surgiu posteriormente formado somente por homens. A arte de se transformar em mulher foi criada na época em que atores especializavam-se nessa modalidade. A beleza de “Onnagata” obedeceu a um padrão idealizado por homens, ou a forma de como a mulher devia portar-se. Aquela feminilidade exagerada não é natural do desempenho de uma mulher, mas calcada em certos conceitos da observação masculina. Na Inglaterra da Idade Média, os atores das peças Sheakesperiana também tinham que se travestir-se de mulheres, não sendo, portanto uma característica unicamente do Japão.
Assumindo o personagem.
O que realça a presença dos artistas kabuki é a maquiagem altamente estilizada, marcando os contornos dos olhos, os cílios e a boca. Cada cor está ligada a uma simbologia que representa o temperamento do personagem, assim como o branco é usado por mulheres e jovens apaixonadas, o vermelho retrata a ira e a cólera, o cinza a melancolia, azul-preto os vilões e o verde os espíritos diabólicos e visitantes de outro mundo.
A vestimenta participa desse conjunto multicor ajudando a caracterizar o ator kabuki. Tudo é absurdamente exagerado o que o torna mais atraente. O choque visual não se limita somente a esses parâmetros; a mímica possui força de expressão, os movimentos são feitos em cadência com alto nível de perfeição sugestiva culminando em uma pose dinâmica de equilibrada força e beleza conhecida como “Mie”.
O “Mie” é a pose exagerada e estilizada algumas vezes conduzido por um só ator, outras pelo grupo todo, quando de uma cena que tenha que expressar ira, determinação ou outro sentimento de emoção forte que a situação exija. Os olhos enviesados, os braços estendidos, dedos rijos, provocam uma impressão de força concentrada e precisa. Pode até ser grotesco e sobre-humano, mas insere em si o eixo central da arte kabuki.
Por um repertório popular.
O kabuki por atuar dentro das camadas populares não se preocupava em agradar o governo como fazia o teatro Nô. Os dramas históricos são tratados até com ironia em que guerreiros e nobres são figuras centrais de tais narrações; a maioria derivada do Bunraku (teatro de marionetes). O drama doméstico por outro lado, é essencialmente voltado para a vida da classe plebéia identificando-se com seus problemas e sonhos. No kabuki, o real parece mergulhar para o campo da encenação, dando lugar para os aspectos superficiais da elocução e da cor. A própria estória relegada a um segundo plano.
O kabuki sempre esteve atento às exigências de sua época, adaptando-se às condições do momento. A vivacidade está justamente nessa constante renovação que torna a temática mais popular. Agora, com a vinda dos tempos modernos, o kabuki viu-se forçado novamente a buscar apoio junto ao se grande público. Em contrapartida, surgiu o teatro contemporâneo junto a outras formas de lazer. O kabuki defronta-se com esse dilema: manter-se como está ou absorver influências do mundo atual. É um problema que cabe ao próprio teatro kabuki resolver.
Os Portugueses chegaram ao Japão em 1543. O Japão era conhecido desde o tempo de Marco Polo, que lhe chamou Cipango. Mas foram efectivamente os portugueses os primeiros europeus a chegar ao Japão. Põe-se ainda hoje a questão de saber quem foram esses primeiros portugueses: se Fernão Mendes Pinto (autor de Peregrinação) fazia parte deles, ou se foram António Peixoto, António da Mota e Francisco Zeimoto. O que é certo é que comerciantes portugueses desde logo começaram a negociar com o Japão. A partir de 1550, o comércio com o Japão passou a ser um monopólio, sob chefia de um capitão-mor. Como em 1557 os portugueses se estabeleceram em Macau, na China, isso vai ajudar o comércio com o Japão, principalmente de prata.
Os missionários desde o início vão entrar também no Japão. É em 1549 que chegam os primeiros, entre eles São Francisco Xavier, que progressivamente vão penetrando pelo Japão, chegando a Nagasáqui em 1569, que foi doada aos Jesuítas em 1580. E entre 1582 e 1590 realiza-se a primeira embaixada do Japão à Europa. Em 1587 dá-se uma reviravolta na posição de protecção aos missionários, sendo os Jesuítas expulsos.
O contacto entre as duas civilizações deixou marcas duradouras. A língua portuguesa foi, no início, o meio de comunicação dos estrangeiros com o Japão. Ainda hoje há inúmeros vocábulos de origem portuguesa. Foi com os portugueses que entrou no Japão a imprensa de tipos metálicos, sendo um missionário português quem escreveu a primeira gramática da língua japonesa. Foram também os portugueses que introduziram no Japão as armas de fogo, além de novos conhecimentos nos domínios da medicina, astronomia, matemática, além de ensinarem a arte da navegação dos portugueses.
O Bunraku é uma espécie de teatro japonês caracterizado pela utilização de bonecos para a encenação. Assim como o Kubaki e o teatro Nô, o Bunraku foi originado no final do século XVI e permanece até os dias de hoje como lembrança viva do passado. Inicialmente foi criado como entreternimento para as pessoas que viviam em Osaka, província localizada na ilha de Honshu.
Para uma apresentação de Bunraku deve haver técnicas sofisticadas que associam narração, música shamisen e a manipulação dos bonecos que podem chegar até dois metros de altura. Os bonecos são feitos em madeira e possuem mecanismos que garantem boa resposta aos comandos direcionados a eles. Movimentam todo o corpo e ainda conseguem realizar expressões faciais por meio dos comandos dados pelo manipulador responsável pela face.
O narrador, peça-chave da encenação, além de descrever o cenário, a ação e a emoção dos personagens, também é responsável por falar pelos personagens e por cantar por eles. As baladas do gidayu firmam o clima dramático necessário nesse tipo de teatro. O shamisen, por sua vez, atua acompanhando o ritmo do espetáculo e ainda tem liberdade para, em alguns casos, dirigir qualquer variação rítmica. A encenação mais conhecida do Bunraku se chama "As crônicas da princesa Joruri".
Chikamatsu Monzaemon, escritor de Kabuki, foi quem humanizou as histórias, enfatizando a vida dos comerciantes da província e ainda as condutas morais e éticas daquele tempo. No século XVIII, o Bunraku entrou em decadência por causa de novas técnicas que surgiram para o teatro com bonecos, porém no século XX voltou à tona com técnicas altamente sofisticadas e reconhecidas por todo o Japão.
Hoshiroza e Kakaru Hashi
O anime é uma produção da MMV e já está com previsão marcada para estrear em abril de 2011 na AT-X e nos outros canais. É baseada em história de um game hentai. O estúdio de animação é Douga Konbou (Koihime Musou, Myself ; Yourself) e está sendo produzido sob direção de Mihara Hiroshi.
A história se passa numa cidade do interior onde o protagonista Hoshino Kazuma se mudou para fazer companhia ao seu irmão doente em reabilitação. Como Kazuma não está ainda familiarizado, ele acaba se perdendo enquanto caminhava para o seu primeiro dia de aula. Por sorte, encontra Nakatsugawa Ui, uma garota do mesmo colégio, que lhe oferece ajuda para mostrar o caminho. Enquanto eles andavam, acidentalmente Kazuma se escorrega sobre Ui e dá um beijo na boca dela. Por azar, nesse mesmo instante estava presente Hinata Ibuki, uma amiga da Ui, que teve má impressão de Kazuma logo de cara.